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Bailarinas Bellydance® 1


Bailarinas Bellydance® 2


7ª Excursão
Bellydance® 2008

Escolas credenciadas Bellydance® de Omar Naboulsi:


Em São Paulo:

Warda Maravilha


No Sul do Brasil:

Escola Amarein Bellydance


No Rio de Janeiro:

Espaço Mosaico

 

Grupo Bellydance®
Omar e Olga Naboulsi

Viajando com a Bellydance®

Excursão 2010


Por Hannyah

Viajar para o Egito é um sonho para muitas pessoas, mas para uma bailarina de Dança do Ventre o significado é ainda maior. Durante anos estudamos a cultura, música e dança deste país e mesmo assim nada se compara a visitá-lo, ver tudo de perto e ouvir muita, mas muita música árabe por onde se andava. É isso que irei compartilhar com vocês em alguns artigos sobre este sonho realizado, uma viagem que durou 19 dias.

Após decidir viajar, ainda demorei mais de uma semana pra acreditar que era verdade. Eu estava correndo para fazer passaporte, arrumar mala e mesmo assim eu parava e pensava “será mesmo?”

No dia da viagem eu estava muito nervosa, queria piscar os olhos e já estar lá! Porém sabia que teria que viajar 1h30 de Porto Alegre para São Paulo, esperar horas no aeroporto até o embarque para Istambul, viajar mais 13 horas até lá,além do restante até chegar no Cairo.

Enquanto esperava para embarcar de Istambul até o Cairo, aproveitei para sair do aeroporto mesmo que fosse só para olhar de longe a cidade, já que não tínhamos tempo suficiente para passeios, pois o trânsito é intenso no horário em que chegamos. Fiquei um pouco triste por estar na Turquia e não poder passear por lá, mas logo isso mudou quando vi e ouvi ao sair do aeroporto, alguns músicos tocando uma música linda. Preciso dizer que me deu vontade de dançar?

Enfim embarquei para o Cairo (mais umas duas horas de vôo).A viagem toda foi bastante cansativa, mas não diminuiu em nada minha empolgação, eu queria muito colocar os pés naquele chão. Após desembarcar e tirar algumas fotos do aeroporto do Cairo, na saída para pegar o ônibus até o hotel pude sentir o clima quente de lá e a poeira que apareceu até na foto. Eu estava muito cansada, mas inquieta e ansiosa para conhecer tudo. Chegando ao hotel, definimos os quartos e assim ganhei uma grande companheira de viagem, Aini. Uma bailarina linda, talentosa e muito querida. O hotel era lindo, luxuoso e rico em detalhes, de fato o melhor do Egito. Fomos para o quarto e após MUITO tempo consegui dormir.

Dia seguinte, acordamos e fomos tomar café da manhã, que mais parecia almoço, realmente muito bom. A partir daí começava a aventura de falar outra língua. O inglês deles é diferente, com sotaque, muitas vezes incompreensível. Aqui já comecei a cuidar o uso e a ingestão da água, evitava sucos e até mesmo escovar os dentes com a água da torneira. Claro que esquecia algumas vezes, mas só comprava água lacrada. A água do Egito e as verduras são famosas em causar mal estar aos turistas. Após o café conhecemos nosso guia, o egípcio Bassam que fala o português de Portugal, no início também difícil de entender pela rapidez.Durante o trajeto do hotel até a primeira visita, o guia nos dava uma verdadeira aula de história. O primeiro lugar que visitamos foi Memphis, estátua de Ramsés II(início do tour, visita à primeira capital do Egito) templo de Ptah, e a Esfinge de Alabastro. Eu mal havia conhecido um pouquinho do Egito e a pergunta já passava pela cabeça: como fizeram isto há tanto tempo atrás? Com que recursos?A preocupação com o calor, ter que tomar água mesmo sem sede e passar protetor solar era constante, mas aos poucos fui me acostumando.

Enfim as pirâmides de Giza (Quéops, Miquerinos e Kéfren). Tão maravilhosas quanto eu pensava por dentro e por fora. Eu já sabia, mas mesmo assim foi curioso ver o contraste das pirâmides no deserto com a cidade inteira perto dela, casas realmente muito próximas do local. Eu estava lá, mas muitas vezes não acreditava no que meus olhos viam. Até hoje penso nisso, até hoje relembro e me sinto lá olhando para os lados e procurando não perder nenhum detalhe. Lá fiz meu primeiro passeio de camelo. Acheieles muito engraçados, faziam barulhos estranhos e tinham bocas e dentes enormes. Eu estava louca para colocar a mão na cabeça de um delesmas não tive coragem. Me diverti muito, com se estivesse em um brinquedo de parque de diversões, eu ria o tempo todo naquele balanço descoordenado enquanto olhava para aquela vista maravilhosa. Encontramos meninas com no máximo 12 anos de idade trabalhando. Elas ajudavam os turistas a tirar fotos com a esfinge, e é claro pediam dinheiro por isso. O resultado é muito bom, são profissionais mesmo! Assim tiramos as famosas fotos beijando a esfinge.

Na visita à fábrica de essências, gastei mais do que gostaria. Lá tinha de tudo, essência de perfumes famosos, óleo de massagem, etc... Tomei um chá muito bom de menta mas que tinha gosto de mate leão!

Na visita à fábrica de papiros, uma aula sobre a confecção e como identificar se são verdadeiros. Comprei papiros lindos, após a fábrica não encontrei outros com a mesma qualidade e beleza.

No dia seguinte, visitamos o Museu do Cairo e sua fascinante história de cinco mil anos do Egito. Em frente existe um lago com várias flores de lótus e papiros.

Imaginem 120 mil itens, desdejóias delicadas a grandiosas estátuas de granito. Dos deuses às dinastias faraônicas, da vida cotidiana aos ritos fúnebres, tudo o que nós supostamente sabemos sobre a cultura egípcia está lá. Me fezpensar em tudo aquilo que se perdeu, tudo aquilo que ainda não foi encontrado, aquilo que nunca saberemos. Quando vi a magnífica coleção de artigos funerários de Tutankhamon, fiquei intrigada,eles faziam jóias muito perfeitas, como muitas de hoje, mas pergunto novamente: como?Infelizmente não é possível tirar fotos lá dentro.O museu é enorme, é preciso ir mais de uma vez para conseguir ver tudo e com calma. Mas uma visita imperdível é a da sala das múmias. Fiquei hipnotizada já na primeira delas, impressionada com os detalhes, a conservação. Eu diria até que algumas múmias têm dentes mais bonitos que os nossos, eles são brancos, grandes, retos e sem cárie, hehehe. Foi ver de perto as múmias e tudo o que já foi encontrado daquela época para sair de lá com a imaginação fértil! Eu conseguia imaginar eles vivendo pelas ruas...

Visitamos também a parte antiga do Cairo, Igreja Copta São Sérgio, sinagoga Ben Ezra e à parte muçulmana onde podemos ver a Cidadela de Saladino. Lugares maravilhosos, ruas estreitas que me transportaram no tempo.

A mesquita de alabastro de Mohamed Ali, magnificamente grande, bela e iluminada. Deste lugar conseguíamos ver o Cairo todo, foi deonde tirei uma foto de braços abertos. Minha vontade era de abraçar a cidade, se isso fosse possível, pois eu já estava apaixonada por ela.

O mercado Khan elKhalili foi um dos melhores lugares que visitei na viagem. Caminhávamos entre egípcios apressados, turistas de todos os lugares, ouvíamos músicas e reza em árabe, negociávamos muito em várias línguas.Na falta de vocabulário misturávamos espanhol com inglês, a bagunça era tanta que muitas vezes acabávamos falando em inglês entre nós mesmas, sem querer. É impressionante o quanto eles gostam de brasileiros, porém confundem muito com a Argentina e Colombia. Inúmeras vezes gritavam: Brasil, samba, Maradona, Shakira!! E a cada vez tínhamos que explicar que eles estavam enganados...

Praticamente no meio do mercado tinha um restaurante maravilhoso, que na minha opinião era o melhor de todos, o Naguib Mafouz. Era de se comer rezando, nunca mais comi nada parecido. Aprendi muito, muito mesmo em cada uma das muitas visitas que fiz ao mercado enquanto estive no Egito. Lá muitas coisas são incrivelmente mais baratas do que aqui, ou caras se não souber procurar.

A abertura do Festival Ahlan Wa Sahlan foi deleite puro. O lugar mais bonito que já vi alguma bailarina dançar. Assisti a lenda Dina, e o enorme respeito que seus fãs e músicos têm por ela. Vi o show de Soraia Zaied, a brasileira de maior sucesso no Egito, cujo quadril possui uma potência incrível.

Pela primeira vez vi Amir Thaleb, a apresentação que mais gostei. Ele gira como ninguém, distribui elegância e simpatia. Vi também Angeles, Samara, e cantores como Karika e Tony Mousayek. A acústica do lugar é muito boa! Tive a sorte de ganhar o DVD do Karika, realmente especial. Encontrei a Raqia Hassan, muito atenciosa, só assistindo ao lindo espetáculo. Lá assisti uma das mais emocionantes apresentações artísticas da minha vida, o show dos dervixes. Incrível como a música entra, invade e faz bem. Lindo ver a entrega dos bailarinos nos seus giros contínuos e a imensa habilidade para usar as saias na dança. Este show me fez pensar em estudar muito mais a dança, pois todos estavam perfeitos nesta noite e isto é resultado de muito estudo, muito trabalho. Foi mágico!

Enquanto estávamos no Hotel Marriot, saímos para jantar no navio onde haveria o show de RandaKamel. Foi a primeira vez que andei de navio, e por isso procurava não olhar para as janelas, heheh. RandaKamel dançou maravilhosamente como sempre, mas com um jeito diferente, muitas vezes dando ênfase aos pés com marcações de ritmo. Randa cantava parabéns aos aniversariantes, dançava próximo às mesas e algumas vezes falava ao microfone. Senti seu perfume quando entrou com véu, pois eu estava na mesa ao lado do palco. Minha professora Priscila Fontoura tinha razão, cada detalhe é importante, desde o perfume! Aliás, pude comprovar tudo o que aprendi na Amarein ao longo da viagem. Isso é muito gratificante!

Todos os dias aprendíamos algo novo sobre a cultura ou o idioma. O mais divertido era dar bom dia, boa tarde, agradecer em árabe. Sempre que podia falava o que aprendia, afinal, quando eu teria outra oportunidade como esta?

Impossível falar do Egito e não falar do trânsito. Pessoas atravessando como se não existissem carros, carros andando como se não existisse sinal (nem o pisca nem o semáforo), e muita buzina! Apesar da loucura, aquilo funciona!

Um dia, voltando do mercado Khan El Khalili, pegamos um taxista muito animado. Tinha até aparelho de DVD onde colocou a Dina dançando. Como conhecíamos a música, ele se animou e começou a cantar e dançar junto, muitas vezes largava o volante e se virava para fazer festa conosco enquanto dirigia. Foi muito divertido, gravei um vídeo bem legal deste momento.

E após alguns dias inesquecíveis no Cairo, chegou a hora de ir para Aswan. Eu fiquei realmente triste em deixar o Cairo, parecia que a viagem já havia acabado.

Chegando emAswan, visitamos as minas de granito onde vimos o gigantesco bloco monolítico de um obelisco inacabado. A explicação do guia sobre a forma como deslocavam tantas pedras gigantescas de uma cidade para outra não me convenceu. Ainda acho que tem OVNI no meio!

Embarcamos no navio e a partir deste momento, relaxei e descansei como há muito tempo não fazia. O restaurante do navio era ainda melhor do que do hotel, me arrisquei em alguns pratos típicos e não me arrependi. No último andar tinha uma piscina maravilhosa com vista panorâmica para o Nilo.

No navio acontece a famosa festa das galabyas, nesta noite todos usam roupas típicas até mesmo os homens. Foi neste dia que dancei e fiz minha avaliação com o empresário Omar Naboulsi. Um frio na barriga por estar no Egito, com árabes me assistindo e ainda sendo avaliada. Mas muito gratificante ver eles cantando a música que eu dançava.

Conhecemos um casal de japoneses que não falavam inglês fluentemente, mas eram muito gentis. Jogamos ping pong sem uma comunicação clara, e mesmo assim saiu jogo! Uma viagem como esta só me fez crer ainda mais que nada é impossível.

Visitamos as tendas beduínas em Komombo, onde dancei bastante com os músicos. Eu parecia criança em festa de aniversário, hehehe. O derbakista resolveu me colocar em cima do derback para dançar enquanto ele batia nas laterais do instrumento com colheres. Me diverti muito mesmo! E o mais bizarro foi ver um ar condicionado dentro da tenda. Viva a tecnologia!

Na saída da tenda ainda me aventurei a pegar uma cobra, parecia estar morta, hipnotizada, sei lá... mas foi largar ela e ver que esta viva, se movimentando.

Fizemos um lindo passeio de barco, onde havia jacaré, mas felizmente não vi nenhum. Novamente a primeira vez, primeira que andei de barco. Foi muito agradável, queria poder passar um dia nele, mesmo sem fazer nada. Deixamos o barco e fizemos o passeio de camelo na Vila Núbia, outro que eu estava ansiosa para fazer. Outro passeio de camelo, mas desta vez durante muito tempo, o suficiente pra sentir o sol queimando. Muitas vezes o calor supera 50 graus, mas o governo não divulga pois acima disto não se pode trabalhar. Mas lá a umidade é muito baixa e por isso a sensação térmica é muito parecida com a nossa no verão.

Chegando à Vila Núbia, visitamos uma casa cuja sala não tinha teto, lá peguei um crocodilo, coloquei na cabeça e fiz tatoo de hena. Saindo de lá, caminhamos até uma escola onde aprendi números e letras em núbio e em árabe, tirei foto com a criançada, enfim, mais um passeio maravilhoso!!! Na volta para o barco, um mergulho no gelado Mar Vermelho, experiência única.

Fomos de charrete lá pelas 6h da manhã, horário em que a temperatura é mais agradável, para o templo de Horus, em Edfu, um dos templos mais bonitos em minha opinião, só perde pra Karnak, claro. Lá tirei as melhores fotos de paredes em templos, consegui ver muitos detalhes do que eles faziam e filmei o guia explicando um pouco disso.

Show de Sons e Luzes no Templo de Karnak. Infelizmente minha câmera fotográfica e filmadora assim como das outras meninas, não era potente o suficiente para registrar todo aquele som de cinema e luzes coloridas. Mas foi mais uma espécie de aventura, estávamos no escuro esperando começar, parecia filme de terror. A qualquer momento as luzes acenderiam e a nossa frente estaria o maior templo do Egito, dá pra imaginar?

No Vale dos Reis, outro momento incrível da viagem. Entrar nos túmulos, ver a pintura com cores tão vivas e ver a história sendo contada nas paredes, não tem preço! Aquelas cores eram as mesmas dos demais templos, porém somente ali elas estavam nítidas e vivas. É o mesmo que imaginar todos os templos visitados, porém coloridos, devia ser lindo! Estão lá as tumbas de Ramsés II, e Tutancâmon, aliás deve ter mais de cem túmulos. Mas os tesouros, mobílias e múmias não se encontram mais lá, muitas foram saqueadas nos séculos passados e outras estão no museu. Infelizmente nem todos os túmulos estão abertos à visitação, muitos acabaram de ser descobertos.

O templo de Hatshepsut foi o mais bonito que visitei. Hatshepsut foi a única mulher que se tornou faraó no antigo Egito.

Havia um lugar em que não podíamos tirar foto, mas o guarda resolveu tirar uma foto minha, com minha máquina, para ganhar gorjeta, algo muito comum por lá. Na descida do templo, vi um egípcio colocando algo muito pequeno dentro de um saquinho plástico. Ele trabalhava naquele lugar, provavelmente nas escavações a procura de pedaços da história. Tentei falar com ele e descobrir o que era, mas ele começou a falar de um jeito muito estranho, parecia um dialeto qualquer menos árabe. Desisti de descobrir e segui imaginando o que poderia ser. Como Omar disse, muito já foi saqueado do Egito e muitas vezes pelos próprios egípcios.

Após ver tantos templos maravilhosos, o templo de Luxor não me surpreendeu, mas de qualquer forma é uma visita obrigatória, é preciso ver com os próprios olhos.

Mais uma vez pegamos um avião, mas agora rumo ao paraíso! Chegada a Sharm elSheikh, Hotel Meliá Sinai. Sim o paraíso existe, é bem aqui! Uma mistura de Grécia, Tunísia, e o que não consigo traduzir, mas sem dúvida eu vi lá!

A praia mais linda de todas, o mar mais lindo e limpo. Descobri que morro de medo do mar e daquela imensidão azul. Mas enfrentei este medo e vi uma das mais belas paisagens, a do fundo do mar. Mergulhei e vi os peixes passando a centímetros do meu corpo. Esse é o lugar onde eu gostaria muito que minha família estivesse se divertindo comigo. À noite a visita era a NaamaBay. Imaginem uma rua enorme repleta de lojas com produtos das melhores marcas. Lá o exercício de não gastar muito era quase impossível de se fazer.

Conheci o Buda Bar, com música eletrônica, um lugar bem legal para quem gosta de sair à noite. Cada loja em que parávamos, ficávamos um bom tempo olhando as coisas, e aprendendo um pouco mais sobre o lugar. O Egito é um país muito pobre, mas apesar disso o povo é muito cordial, estão sempre sorrindo. Poucas vezes vi o contrário, vi somente nesta parte mais “rica”, em NaamaBay.

Hora de se despedir do paraíso, e a volta para o Cairo era de ônibus. Passamos pelo canal de Suez que liga o mar Vermelho ao mar Mediterrâneo, onde não podíamos tirar fotos pela janela do ônibus. Momento tenso, pois vi muitos policiais ao longo do trajeto. Ao todo esta parte da viagem levou cerca de 7 horas. Enquanto ouvíamos o guia cantando músicas do É o tchan, trocamos e-mails e conversamos sobre o famoso templo de Narlah, nome dado ao templo que imaginamos em homenagem à uma participante da excursão. Só esta viagem de ônibus renderia um artigo inteiro, as meninas eram divertidíssimas e criativas sem dúvida! Até dança das moedas (na barriga) aconteceu, nossa colega arrasou!

Enfim chegamos ao Cairo, antes de ir para o aeroporto e embarcar de volta para a Turquia, fomos ao Shopping do Cairo, enorme e repleto de lojas maravilhosas, uma delas de cd´s de todos os lugares. Comprei muitos, pois eram muito mais baratos do que no Brasil.

E cheguei ao fim de uma viagem inesquecível, um sonho realizado. Nela além de todo conhecimento que adquiri, além de tudo o que vivi, levo comigo as amizades que fiz. Foram muitas às vezes em que uma ajudou a outra, com o idioma, com a maquiagem, repartindo as alegrias de cada dia no Egito. Mas sei que deixei algumas coisas para trás. Algumas coisas sem ver, e muitas que quero ver novamente. Quantas vezes eu puder, eu viajarei para este magnífico lugar.

Se você como eu tem este sonho de conhecer o Egito, viaje com quem tem experiência, com quem pode lhe proporcionar os melhores passeios e a segurança necessária para visitar um país árabe. A Bellydance® é sem dúvida a melhor empresa para isso. Agradeço a Omar Naboulsi pelas inúmeras vezes em que teve paciência para nos ensinar palavras em árabe, tirar dúvidas sobre o trabalho no exterior, e dar dicas para aproveitar melhor a viagem. Pude conhecer melhor este profissional admirável e realizar uma entrevista muito interessante que espero poder publicar em breve.

Até a próxima viagem!

Hannyah
Bailarina e professora na Amarein Bellydance Escola de Danças Árabes

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Escolas credenciadas Bellydance® de Omar Naboulsi:

No Rio de Janeiro:

Mahira e Hannan


No México:

La Academia de Danza Árabe Nájua

 

 

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