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Bailarinas Bellydance® 1


Bailarinas Bellydance® 2


7ª Excursão
Bellydance® 2008

Escolas credenciadas Bellydance® de Omar Naboulsi:


Em São Paulo:

Warda Maravilha


No Sul do Brasil:

Escola Amarein Bellydance


No Rio de Janeiro:

Espaço Mosaico

 

EXCURSÃO BELLYDANCE®

de Omar e Olga Naboulsi

Uma viagem inesquecível
Por Tahya Brasileye

Bailarina brasileira de Dança do Ventre

A saída do Brasil
Sem dúvida alguma o Egito, o Líbano e a Síria são países que fazem parte dos sonhos de viagem de muitas pessoas.

A perspectiva de estar em uma terra histórica e misteriosa, nada similar a nossa vida rotineira ocidental, seduz a todos que se deixam envolver pelos aromas, cores e luzes que o Oriente oferece.

Viajar para lá é assim: num raro momento, todos encontram-se ansiosos pela imagem de um mundo que só nos é conhecido através dos filmes de Hollywood. Como será? O que nos espera? E o deserto? E as pirâmides? São perguntas que se iniciam no Aeroporto de São Paulo, onde amigos e familiares estão a postos para as despedidas.

O embarque é sempre tranqüilo, uma vez que tudo já havia sido preparado anteriormente. O que é incontrolável é a expectativa em conhecer ou rever as inúmeras surpresas que lá aguardavam o Grupo Bellydance®.

As aeromoças e comissários de bordo pareciam participar desta experiência. 18 horas de vôo não representam nada frente aos 22 dias de sonho. A chegada em Amsterdã aqueceu as últimas horas que separariam bailarinas, maridos, pais e curiosos do Egito.

A chegada ao Egito
Logo na saída do aeroporto do Cairo, dois ônibus luxo, com ar-condicionado e seus respectivos guias falando em português, recepcionaram os brasileiros.

O motorista de um dos ônibus representou um presente à parte: sempre alegre, procurava divertir a todos com simpatia, música e danças típicas inesperadas, sempre dentro do ônibus!

A cada dia o grupo era pego de surpresa por detalhes que variavam entre roupas típicas, cantorias e aulas de árabe!

Ninguém se deu conta que isto era apenas o começo da chegada à terra prometida: pulos nas cadeiras e inúmeras perguntas preencheram todo o percurso até o hotel onde aconteceria o Festival de Dança do Ventre comandado pela "madame" Raqia Haissam, e também, hospedagem dos nossos aventureiros.

Não é difícil acreditar que o cansaço da viagem já havia sido esquecido...

O Hotel Ramsés Hilton
O Ramsés Hilton é um dos hotéis cinco estrelas mais tradicionais do Egito, muito procurado por sua localização estratégica no Cairo, excelente atendimento, infra-estrutura completa para realização de eventos de qualquer espécie e gastronomia para todos os gostos.

A belíssima construção, com cerca de 400 quartos, todos voltados para o Nilo, proporciona a seus hóspedes um espetáculo sem igual: o prazer de assistir, "sem sair da cama", o nascimento e o pôr-do-sol diante de um dos maiores patrimônios do mundo: o Rio Nilo.

O Rio Nilo
As varandas dos quartos do Grupo Bellydance® foram presenteadas com o privilégio diário de receber a brisa vinda daquele que serviu de transporte e alimentação para faraós há cerca de 5 mil anos: O Rio Nilo.

Dos quartos era possível ver o seu brilho sendo interrompido pelas "felucas", pequenas embarcações decoradas com luz néon utilizadas como transporte e passeio de turistas e nativos, durante o dia e a noite. Outros barcos de maior porte servem como Casas de Shows e restaurantes oferecendo música ao vivo, danças típicas e jantares, deixando o Grande Rio ainda mais atraente.

Largo e não tão profundo quanto na época dos grandes reis, o Nilo é a base da sobrevivência de todo o povo egípcio. Suas cheias e canais de irrigação artificial produzem o solo mais rico do planeta. É interessante perceber que as frutas egípcias possuem um sabor mais forte e concentrado de frutose do que as nossas, até mesmo para as bananas.

Apesar do aspecto econômico, o clima de magia tomou conta de um dos maiores espetáculos da Terra. Em Luxor, o grupo teve a oportunidade de passear em uma feluca de núbios, sobre suas águas frias, contrastando com o calor de 42 graus.

Sem pensar muito, todos os brasileiros tiraram os sapatos, e com grande emoção, brincaram com suas pequenas ondas formadas pela travessia do barco, enquanto o Grande Rio continuava tranqüilo o seu curso.

A simplicidade e imponência do local tomaram conta daquele momento.
Sem dúvida alguma este foi um dos momentos da viagem que ninguém nunca mais conseguirá esquecer.

A cidade e seus moradores

O clima do Egito inspira poesia, magia e exotismo, apesar de encontrarmos na capital, Cairo, uma cidade populosa com trânsito caótico.

A religiosidade está em toda parte, desde as chamadas para as preces oriundas das mesquitas (cerca de 50 mil), como também do tratamento dos egípcios aos turistas de qualquer parte do mundo.

A Capital, Cairo, é a cidade mais moderna e povoada do Egito. As residências e as construções comerciais apresentam tons de bege e marrom claro, muitas vezes conseqüentes de uma tempestade de areia vinda do deserto.

Impacientes, os egípcios mudam-se para suas novas moradias somente com a parte interna acabada, assim, temos a constante sensação de estarmos passeando em uma cidade de pós-guerra.

É difícil imaginar, mas é possível andar por todo o Egito sem medo de assaltos ou seqüestros relâmpagos! Você pode abrir sua carteira, onde estiver, sem medo que alguém venha te surpreender e levá-la embora! Toda a cidade é completamente policiada e segura, com homens uniformizados e armados.

O povo egípcio é bastante caloroso e consciente da necessidade de um bom tratamento aos turistas que despencam aos montes todos os dias. Sua subsistência depende desta economia, sempre exploratória.

Uma parcela considerável da população veste-se conforme sua tradição, de túnicas e galabias para os homens, lenços coloridos e enfeitados para as mulheres, porém, o padrão europeu está em toda parte, progresso gerado pela globalização dos mercados.

Nossos aventureiros foram acompanhados pela polícia especial para turistas durante toda a excursão, permitindo divertimento e tranqüilidade, inclusive dentro dos ônibus de passeio e aviões para Sharm el Sheik ou Luxor e Karnak.

E o país do futebol...
Os brasileiros receberam uma atenção especial: era final da Copa do Mundo, e o Brasil, favorito. Quando falamos do Ocidente, não é difícil imaginar um país que goste tanto de futebol como o Brasil, mas no Oriente... O Egito é tão agitado quanto aqui!

Para qualquer lugar que o grupo passasse, com algo que o identificasse, era comum escutar alguns nomes da seleção de futebol: "Romário, Rivaldo, Roberto Carlos" e até mesmo alguns pseudônimos, "Bibito", por exemplo. De alguma forma, os egípcios procuravam chamar a atenção dos nossos turistas demonstrando que conheciam algo do Brasil. Naquele período de Copa do Mundo, eles também eram brasileiros.

Camisetas, chapéus, broches e pulseiras passaram a ser objetos de desejo e competição entre os egípcios que, muitas vezes, foram utilizados para troca de mercadorias no mercado do Khan el Khalili, que sem dúvida alguma, é um espetáculo à parte.

O mercado de Khan el Khalili
O Khan el Khalili é formado por dezenas de ruas e ruelas com diversas lojas e camelôs disputando espaço e compradores. Podemos encontrar os mais variados objetos e souvenirs: arguiles, roupas típicas ou para dança, estátuas de deuses do antigo Egito, culinária típica, especiarias, jóias em ouro e prata, strass, e tudo aquilo que a sua curiosidade permita procurar, além de pessoas de diversas partes do mundo que vêem em busca das novidades do Oriente.

A moeda egípcia é a libra egípcia. Seus "centavos" são "pounds". A confusão está armada em pouco tempo, uma vez que para "barganhar" é necessário conhecer seu dinheiro.

As compras no Egito
A compulsão por compras pode nos tomar conta se não nos controlarmos à primeira vista. O ideal é passear por todo o mercado do Khan el Khalili logo na primeira visita, com dinheiro somente para um refresco e táxi para a volta, sem cartões de crédito ou travell cheques. Esta "técnica" serve para matar a curiosidade e ajudar no discernimento de escolher o que realmente interessa comprar.

No caminho das pirâmides podemos encontrar grandes lojas fornecedoras de essências de diversos perfumes. Cores e aromas misturam-se ao artesanato dos vidros porta-perfumes, todos feitos manualmente, sempre exclusivos.

O vendedor oferece as diferentes essências que prometem prosperidade, amores, felicidade... Nomes peculiares como "Nefertiti", "Sândalo", "Tutâncamon" e "Lótus" deslumbram qualquer turista que deseja ser atraído pelo encantamento do local.

Os vendedores garantem que o "Segredo do Deserto" funciona como Viagra para quem estiver usando e para quem se aproximar! É a essência do amor egípcio!

A barganha durante as compras
A barganha é necessária e esperada, uma vez que é tradição negociar para encontrar o melhor preço. É interessante ressaltar que muitas vezes, vários produtos são comprados por até 30% do preço inicial.

Se durante o dia as compras tomam conta do Khan el Khalili, a noite é tomada por um envolvente clima de mistério. Aí encontramos a verdadeira magia do Oriente esperada antes do embarque do Brasil: os inúmeros aromas dos arguiles, se espalham por todos os cantos do mercado, proporcionando um ambiente único. Algumas lojas iniciam seu trabalho a partir das 03:00, assim, é comum vermos o trânsito de pessoas e a arrumação de mercadorias já na madrugada.

Mas como não poderia deixar de ser, o povo egípcio é muito alegre e festivo. Não é difícil nos depararmos com pessoas fumando a "shisha", que é tradicional durante os encontros sociais, tomando chás aromáticos, tocando instrumentos típicos e dançando sob a luz da lua. E para completar todo o encantamento, a mesquita mais próxima, pronuncia as primeiras orações do dia, que para o nosso consciente não são compreendidas, mas com certeza, pelo espírito são ouvidas e sentidas.

É um momento único e raro, onde todos deveriam se permitir a experimentar pelo menos uma vez na vida.

Os Dervishes
E foi exatamente em uma mesquita, a de Al Kalaa, com seus pátios ao ar livre, tombada como patrimônio histórico pelo governo egípcio que os brasileiros tiveram o seu primeiro contato com artes na Grande Pátria: o show dos Dervishes.

O grupo de cerca de 20 homens entre bailarinos e músicos se revezavam durante as músicas folclóricas. As danças executadas são chamadas de "Sufi", tradicionais e sagradas dentro da religião muçulmana.

O "Sufi" é dançado com roupas específicas: camisas, coletes e grandes saias com desenhos geométricos sobre calças largas ajustadas perto das botas. O turbante não é esquecido, muitas vezes valorizado através da combinação de cores e tecidos coloridos.

Os artistas tocam músicas com forte sabor na percussão, sempre marcadas na pulsação do ritmo. O som constante e envolvente aumenta a adrenalina dos expectadores a cada giro de seus bailarinos, que chegam a rodar sem parar, até 2 horas, segundo a solicitação do evento.

Eis a característica principal deste show, o giro: contínuo e preciso, com inúmeros movimentos de braços simulando rezas, carinho ao ninar suas crianças e até mesmo, malabarismos com pandeiros e com as saias que vão sendo tiradas uma a uma. Com certeza, um espetáculo inesquecível, ainda mais quando os músicos demonstram encantamento com a platéia: chineses, ingleses, brasileiros, franceses e outros que nos é desconhecida sua nacionalidade reagem da mesma forma: deslumbramento e agradecimento por este momento ímpar oferecido num local tão sagrado.

As Mesquitas
90% da população egípcia é muçulmana. Os 10% restantes estão divididos entre católicos e outras religiões cristãs. Podemos encontrar no Egito cerca de 5.000 mesquitas. Só no Cairo é possível encontrar quase 1.000.

Todas possuem torres em estilo gótico, paredes externas em tons de bege, com cerca de 100 a 150 metros de altura. A decoração interna possui uma delicadeza sem igual nas formas e posições, sempre inspiradas no estilo árabe, com tapetes vermelhos espalhados por todo o chão e obras de arte nas paredes e escadas e prata e ouro.

Cinco vezes por dia, escuta-se pelos alto-falantes a chamada para as orações. A grande maioria do povo pára tudo que estiver para participar da reza. É comum vermos lojas fechando, taxistas parando seus carros, vendedores interromperem suas vendas no momento em que as mesquitas oferecem o seu chamado. É a maior demonstração de devoção e obediência que se pode acompanhar de um povo.

O Museu do Cairo
O Egito oferece dois mundos aos seus visitantes: o presente, como um dos maiores e mais importantes paises árabes da atualidade, fornecedor número 1 de tâmaras no mundo, produtor do melhor algodão em tecidos, com criminalidade reduzida a zero, e, o fantástico passado dos faraós, cheio de templos, tesouros, segredos e mistérios ainda não revelados para todos os gostos.

Um pouco do passado pode começar a ser visto no Museu do Cairo: 160.000 peças espalhadas por todo a o prédio, com objetos nunca imaginados integrantes do acervo, como por exemplo, papiros diversos, crocodilos e cachorros mumificados e completamente intactos, e até mesmo uma "camisinha" de Tutâncamon, feita de vísceras de carneiro.
O Egito possui cerca de 1/6 de todos os monumentos existentes no mundo.

O primeiro andar surpreende pelas inúmeras múmias e objetos de cerca de 3.500 anos encontradas em sarcófagos de madeira ou somente enroladas em linho. Segundo as informações locais, os egípcios tinham o costume do sepultamento no deserto para evitar a decomposição dos corpos e possíveis doenças através de bactérias.

É interessante observar a evolução da história egípcia: durante o período de influência grega principalmente em Alexandria, os corpos de nobres e seus funcionários de confiança eram mumificados segundo a tradição, mas ao invés de possuírem uma máscara mortuária esculpida para o reconhecimento do espírito quando voltasse à vida, estava no lugar um retrato pintado à mão num tipo de papiro mais grosso. Nestas ilustrações podemos perceber claramente quais eram as feições dos antigos greco-egípcios e suas maquilagens, indumentárias e jóias.

Pequenas estátuas de deuses, brinquedos, pratos e talheres podem ser observados sob redomas de vidro aos olhos de policiais bem armados, gerando um cenário real de como era a vida deste povo tão evoluído.

Mas é no segundo andar, com sala climatizada, que se encontra a mais bem cuidada atração do museu: O tesouro de Tutâncamon, algo de beleza inexplicável e com mais de 3.500 anos.

O tesouro de Tutâncamon
Tutâncamon ou Tutâncatom não é admirado pelas suas conquistas enquanto vivo, mas pela imensa riqueza encontrada em seu sarcófago no Vale dos Reis em Luxor.

Sua múmia permanece no local de sepultamento desde que foi descoberta.

Sendo um dos únicos tesouros encontrados intactos em se túmulo no século XX, o rei Tut forneceu com exatidão detalhes sobre objetos em ouro, lápis lazuli, turquesa, alabastro e prata: potes mortuários, brincos, colares, anéis, roupas e sapatos só danificados pelo tempo, tudo guardado sob forte esquema de segurança num ambiente climatizado.

A máscara mortuária é um espetáculo à parte: 25 quilos de ouro maciço cravejado por pedras preciosas. É inexplicável a sensação de vê-la, tão soberana e perfeita, mostrando com exatidão o rosto do faraó-menino.

Memphis: a caminho das pirâmides
Estar no Cairo sugere que você não perca tempo algum. Um dos passeios mais esperados era a visita às pirâmides e à esfinge de Gizah, pois afinal de contas, entre todo os objetos e monumentos que remetem a vida do antigo Egito, estas são as construções mais conhecidas e importantes de todo o mundo.

Entretanto, o Grupo Bellydance® não esperava uma surpresa no caminho: de um lado, uma floresta fechada de área verde, e do outro, o deserto do Sahara. A estrada divide exatamente em duas partes dois universos completamente diferentes. Será que esta paisagem não é presente dos antigos deuses egípcios para a humanidade?

A cidade de Memphis, primeira capital do antigo Egito, foi a primeira parada antes do grande encontro. Neste momento, o grupo pôde ter a confirmação da grandiosidade e ousadia das obras egípcias: a estátua de Ramsés II em Alabastro e, Zoser, a primeira pirâmide construída no mundo em formato de degraus na região de Sakkara.

Ramsés II permanece em descanso com seus vários metros de altura. A riqueza de detalhes, como por exemplo, as linhas das impressões digitais dos dedos e o formato das unhas e mamilos retratam fielmente o desejo de construção de algo eterno.

Zoser, cuja construção foi feita em camadas possui cerca de 4.000 anos de existência. O calor é esquecido diante dos blocos sobre blocos, precisamente cortados e encaixados. Para completar o cenário mágico, camelos e cavalos à disposição para passeios, ajudam a imaginação a alçar asas e voar espontaneamente.

A chegada às pirâmides

Todos encontravam-se ansiosos pelo encontro, apesar das pirâmides já terem sido vistas de avião durante alguns passeios ou de qualquer ponto da cidade que se olhe para o horizonte. Mas nada se compara em estar diante de uma das maiores heranças do mundo antigo.

Segundo os historiadores, as pirâmides foram se desenvolvendo quanto à suas formas decorrente da experiência oriunda de construções anteriores, chegando até aos modelos de Queops, Kefrin e Mikerinaos, as mais conhecidas em todo o Egito.

No total foram encontradas mais de 300 pirâmides em todo o Egito. Atualmente 97 delas existem em perfeito estado.

As pirâmides
Como não poderia ser diferente, um forte esquema de segurança protege as construções de blocos. Observando do melhor ponto fotográfico a cerca de 1 quilômetro de distância, temos a nítida impressão que podemos pegá-las com as mãos. Quando chegamos mais perto, percebemos que cada bloco possui altura de uma pessoa mediana.

Soberania, poder e serenidade são apenas algumas das sensações que podemos sentir quando estamos diante das pirâmides. A emoção é forte, trazendo-nos a nítida certeza que estamos diante da uma parte da história da humanidade, tão rica, profunda e na realidade, desconhecida.

Medo e desistência foram algumas palavras proferidas pelos "corajosos turistas" que entraram em Kefrin e Queops. Os pequenos diâmetros dos túneis de acesso à câmara mortuária não permitem que seus visitantes recuem no meio do caminho. Para o espanto de todos pode-se encontrar ar fresco no interior da pirâmide.

Como todo muçulmano deve ir a Meca pelo menos 1 vez na vida, todos que acreditam no ser humano deveriam ir as pirâmides do Egito pelo menos 1 vez, que com certeza, é pouco diante de tantas coisas para se ver.

O show das pirâmides
Se durante o dia temos como companheiro o sol forte e intenso calor, a noite é embalada por uma brisa fria que permite viajarmos nas passagens históricas relatadas nos hieróglifos.

E é exatamente neste cenário que podemos assistir a um belíssimo show que retrata alguns cenários da civilização egípcia.

Os faraós mais importantes como Akenaton, Quéops e Ramsés são encenados por grandes spots de luzes coloridas, enquanto seus cartuchos (nomes na antiga escrita) são escritos a laser sobre as pirâmides e a esfinge. Para um total entendimento, os textos são proferidos em espanhol, francês, alemão e inglês.

Sem dúvida alguma, é um show imperdível. Basta agendar-se e entregar-se a esta viagem pelo passado.

Lucy: encanto e magia
O Egito não é fantástico somente pela história registrada em seus monumentos. O lado árabe da atualidade encanta tanto quanto a idéia de estar passeando no Nilo com as "felucas".

Um das grandes surpresas no Cairo foi Lucy, que além de excelente bailarina é cantora e atriz. Existe uma certa discriminação por parte da população egípcia em relação a artista por ser proprietária de um "Cabaret", onde todas as noites apresentam-se shows com cantores e orquestra além de jantar dançante.

"A Parisiana" situa-se no Cairo próximo ao centro. Em horário previamente marcado, o ônibus parou em frente e de lá desceram os turistas brasileiros, na maioria bailarinas e aspirantes, acompanhadas de Omar Naboulsi, um policial e o motorista do ônibus.

A recepção foi uma alegria só: dança no palco, alegria e muita festa, que foi finalizada com Lucy, que todos aguardavam ansiosos.

O show foi simplesmente maravilhoso. A precisão e a personalidades da dança foi intercalado por músicas cantadas pela bailarina, com inúmeras tentativas de acompanhamento das brasileiras. Não fosse pela pronúncia, poderíamos dizer que nossas meninas são egípcias também!

A noite foi encerrada com o carinho e simpatia da musa: o convite para subir ao palco e acompanhá-la em coreografias improvisadas e ensinadas na mesma hora, coroou com chave de ouro o que todos vieram buscar: um show de excelente qualidade de uma bailarina criativa e habilidosa para passos elaborados, desde a dança com músicas modernas quanto às folclóricas - um show simplesmente imperdível, que deve ser assistido por todos que passarem pelo Cairo
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Escolas credenciadas Bellydance® de Omar Naboulsi:

No Rio de Janeiro:

Mahira e Hannan


No México:

La Academia de Danza Árabe Nájua

 

 

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